Por que as empresas quebram? Aprimore sua Gestão Empresarial
Artigo nº 01.13102025, produzido em 13/10/2025, publicado em 15/10/2025.
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Existem diversos fatores que podem levar a pequena e média empresa à um colapso, os primeiros anos de vida costumam ser os mais sensíveis. Entenda os segredos de uma administração empresarial com absoluto controle e segurança.
No decorrer dos mais de vinte anos de experiência, notei que um dos principais motivos que leva as empresas à falência é a grave deficiência na gestão da estrutura empresarial.
É muito comum o empreendedor ser o administrador da empresa e possuir as competências operacionais, mas faltar-lhe as competências para gestão da complexa estrutura empresarial: Administrativo; Departamento de Recursos Humanos, Departamento Pessoal; Contas à Pagar, Contas à Receber e Gerenciamento Financeiro; Comercial; Marketing; Contabilidade; Expansão; Jurídico; Qualidade; entre outras áreas que podem se fazer necessárias de acordo com as especificidades do negócio.
As áreas aqui mencionadas são aquelas essenciais que compõem a estrutura básica de qualquer empresa, e é imprescindível que o administrador possua as competências necessárias para fazer a gestão. Frise-se, gestão! Não operacionalização.
Não basta contratar as pessoas certas, o administrador necessita controlar as atribuições e resultados que se espera de cada área, além de controlar a sincronização e convergência para que o resultado de cada área se some e componha o resultado do todo.
O administrador necessita muito mais do quê as competências operacionais, necessita também das competências para entender e desenhar os métodos e processos, bem como encaixar uma área na outra como engrenagens de uma grande máquina. Do contrário, terá dificuldade em saber o que se espera de cada área e isso o impedirá de controlar o resultado. Alguém pode indagar: “o administrador não precisa desenhar métodos e processos, ele pode contratar alguém para fazer isso”, sim, pode, mas ainda assim permaneceria presente a necessidade do administrador participar ativamente desta atividade.
O administrador necessita delegar as atribuições e controlar a qualidade, a quantidade e a velocidade com que cada área executa seus processos, se uma engrenagem estiver deficiente vai dificultar ou impedir o trabalho das demais engrenagens e comprometer o resultado do todo. Vai impactar tempo, custo, e consequentemente o lucro, que é a verdadeira razão da existência de uma empresa.
Exercitando o senso crítico, poderíamos inferir diversos outros fatores que levam uma empresa à quebrar, mas neste artigo não exploraremos os tantos outros fatores, pois tenho uma convicção formada de que são secundários. Vejamos um único exemplo para elucidarmos exacerbadamente essa questão: o fator de “quebra” mais mencionado pelos administradores é a dificuldade financeira pela falta de acesso a capital, veja que esta dificuldade pode facilmente ser secundária a uma deficiência existente em uma ou mais áreas da empresa, que não está conseguindo ser convincente na demonstração da lucratividade e da segurança do negócio, e, ou, seus processos de captação de recursos não estão sendo eficientes o suficiente. Esteja certo que, o que mais tem no mercado é capital à espreita de oportunidades lucrativas e seguras.
Leia o artigo: Capacidade de captar Recursos Financeiros e Investidores
Forçoso é concluirmos que administrar uma empresa é um encargo complexo, que exige uma pluralidade de competências. É possível afirmarmos que a vida de um negócio começa no desenvolvimento do Plano de Negócio, mas ouso dizer que a vida de uma empresa começa no desenvolvimento de seus departamentos e respectivos Métodos e Processos.
Ao se debruçar sobre o desenho dos Métodos e Processos, o administrador será impelido a identificar as áreas da estrutura empresarial necessárias à sua empresa, ou seja, os departamentos, e definir as atribuições e modus operandi de cada área.
E para aqueles que de alguma forma estão sobrevivendo sem o desenho e gestão dos métodos e processos, recomenda-se atenção ao momento da expansão, este pode ser o pingo d’água que estava faltando para o “balde transbordar”, o transtorno se instalar e destruir tudo que foi construído.
Por fim, além de controlar as atribuições e resultados de cada área, o administrador necessita imputar responsabilidades jurídicas ao time, para proteger a si e a empresa do dolo, da negligência, da imperícia e da imprudência dos colaboradores, bem como dos riscos existentes em todas as parcerias, contratações e exposições no mercado. O serviço jurídico especializado é um dos principais pilares da segurança do negócio e da complexa estrutura empresarial.
Autor: Dr. Luciano Pereira Ferraz Lima
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Olá! Seja bem vindo ao meu blog.
Sou advogado de negócios, processualista, criminalista, empresarial, cível e gestor jurídico de grupos de investidores.
Se você tem dúvidas sobre como desenvolver e gerir os métodos e processos de cada departamento da empresa, ou, como fazer expansão com segurança, faça contato e agende um horário. Será um prazer atendê-lo.
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